7 de fevereiro de 2014

Vertigem




Arte: Christopher David White

À beira da boca
palavras atormentadas
miram o precipício.

3 comentários:

José Carlos Sant Anna disse...

Sem olhos para a vida ou aspirina para cura. Bela condensação, Tania!
Beijos,

J. Ribas disse...

sua poesia tem um acento visual que adensa o significado, isso é belo e fascinante! parabéns!

Assis Freitas disse...

beira o raso que afunda


beijo