11 de janeiro de 2014

Lendas aladas IV



Arte: Ivan Solyaev
Árvore que
Se apaixona
Por pássaro
Arranca-se
Pelas raízes
No ímpeto
De um beijo.

4 comentários:

José Carlos Sant Anna disse...

É puro instinto este voo da fundura do seu grito.
Beijos, Tania!

Ira Buscacio disse...

Ahhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!! como é saudável te ler

mais um poema de cura

bjão, minha poeta delirante! Adoro mais que demais

AC disse...

Eterna crisálida, suor nos esporos, navegava na vertigem, asas renovadas em cada inspirar. Alheia a portos e abrigos, não sabia para onde ia, apenas sentia que, a cada volteio de asa, desenhava mais um ponto na carta do universo.
(Comentário que deu post. Espero que goste, Tânia!)

Beijo :)

J. Ribas disse...

há muitos modos de voar... na poesia se voa fora da asa, como diz o Manoel de Barros... árvore se muda em ave pois que acolhe os ninhos.