11 de abril de 2010

Sobre sua ausência


Você vai e eu mal percebo

Aguardo um adeus solene e triste

Numa hora qualquer de um dia quente.

Mas adeus não se diz – acontece!

O sol penetra a cortina rendada

Tinge de sombra a cadeira quebrada

E incide, frágil, sobre a sua ausência...
(Tânia Contreiras)

4 comentários:

Cristiano Contreiras disse...

Esse me marcou...

Tânia regina Contreiras disse...

Demorei procurando uma cadeira vazia para ilustrar o poema. O outro nome dele seria "cadeira vazia", foi assim que foi escrito. Faz tempo.
Beijos

Lenita disse...

E senti no peito o vazio da ausência...


Beijos

Tânia regina Contreiras disse...

Oi, Lenita, obrigada pela visita. Vou já olhar se há um post novo, um novo poema no seu blog, tenho olhado sempre.
Beijos