12 de abril de 2010

A esfinge


Revesti-me de mistério
Por ser frágil,
Pois bem sei que decifrar-me
É destruir-me.
No fundo não me importa
O enigma que proponho.
Por ser mulher e pássaro
E leoa,
Tendo forjado em aço
Minhas garras,
É que se espantam
E se apavoram.
Não me exalto.
Sei que virá o dia das respostas
E profetizo-me clara e desarmada.
E por saber que a morte
É a última chave,
Advinho-me nas vítimas
Que estraçalho.
(Myriam Fraga)

3 comentários:

Silvana Nunes .'. disse...

Boa tarde, minha querida amiga.
Poxa, não conhecia seu espaço, que coisa mais linda .
Desculpe a minha pouca frequencia no seu espaço, mas estou sem computador e sem internet, dependendo das tais odiosas lanhouses.
Hoje pude chegar até você.
FOI DESSE JEITO QUE EU OUVI DIZER... deseja uma boa semana para você.
Obrigada por sua presença no MEU CADERNO DE POESIAS. Esta semana eu abri um outro espaço a pedido de meus filhos, é o CADERNO DE RECEITAS, se puder ir até lá dar uma olhadinha.
O link é http://www.blodasreceitas.blogspot.com
Beijo grande
Saudações Educacionais !

Tânia regina Contreiras disse...

Oi, Silvana, certamente visitarei seu novo espaço. Alimentemos a alma e o estômago também...rsr

Beijos e obrigada por ter vindo

Cristiano Contreiras disse...

Há o dia da caça e do caçador...?

Teu blog ferve, cada dia mais, fantástica sensação!

Beijo!