19 de janeiro de 2014

FIM





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Quando olho
Fundo-me.

Fundida
Findo-me.

10 comentários:

José Carlos Sant Anna disse...

estreme
e suspira

estremece
e glosa.
Beijos, Taninha!

Breve Leonardo disse...


[também finda

a noite escura
findo o céu, estrela calma

amanhece.]

um imenso, imenso abraço, Tania

bL

Adri Aleixo disse...

E maravilha-se :)

Beijos, minha linda!

dade amorim disse...

O comentário do Breve Leonardo é sábio!

Beijos

Assis Freitas disse...

ápice de um mergulho



beijo

Ira Buscacio disse...

findar-se é um sábio recomeço!

digo que o poema é um luxuoso acabamento da imagem

bj, pessoa especialíssima

Cris de Souza disse...

Gran finale!

Pronta pro recomeço....

Outro beijo*

Ana Cecilia Romeu disse...

Taninha,
o absorver que nos transforma, se algo apaga, outra renasce, assim é a vida, algo que não se explica entre o liga e desliga de um mesmo botão.

Beijos de luz!

PS.: A vida é tão divina que até a morte presta-lhe todas as referências e se faz viva também.

jorge pimenta disse...

fundir e fundar: duas etapas do processo de se ser homem e mulher.

beijos!

AC disse...

Um cenário envolvente, a vontade de definir, de sentir por inteiro.
De manhã, ao acordar, o exercício continua. Até ao infinito.

Beijo :)