13 de outubro de 2013

A Musa





Arte: Frank Schott

O poema é
Muitas vezes
O suave precipício
Onde o poeta encontra
A musa Morte.

6 comentários:

Leonardo B. disse...


[assim como no respirar a palavra acolhe a tantas ressurreições quantas as possíveis; sem abismos que se possam adentrar no poema, em demasia...]

um imenso abraço, Tania
imenso!

Lb

Assis Freitas disse...

cada poema é uma morte
e uma espera para outras mortes


beijo

Cris de Souza disse...

E ressuscitou ao terceiro verso?

Beijão, Violeta*

(Redigo que a admiração é recíproca)

José Carlos Sant Anna disse...

Ao encontrá-la rói a solidão desamortalhando a vida...

beijos, Tania!

Cecília Romeu disse...

Morrer-se nas letras para renascer-se nas entrelinhas, eis o poema cumprindo-se.

Beijos, Taninha!

jorge pimenta disse...

e não é essa outra forma de viver?

beijos, taninha!