4 de junho de 2013

Primeiro espanto ao despir das máscaras



Arte: Berenice Abbott





essa roupa
obscena
que revela
cicatrizes
na pele virgem
de sol: sou eu!

11 comentários:

Cris de Souza disse...

Bela tecitura!

Beijo, violeta*

Assis Freitas disse...

de torar


beijo

cirandeira disse...

e que bela revelação...!!!

beijos, Tânia

Dilmar Gomes disse...

Ficou soando como música!
Um abraço. Tenhas uma boa tarde.

José Carlos Sant Anna disse...

Desvele a roupa obscura/ velando as cicatrizes/ na pele intacta.
bjss











dade amorim disse...

Original, esse poema!
Obrigada pela visita, sempre muito bem-vinda.

Beijo beijo.

Cissa Romeu disse...

Na urdidura da vida,
à flor da pele,
toda revelação é sol que bronzeia.

Beijos, Taninha!
Muito grata pelo comentário por lá.

eurico portugal disse...

tecidos e meteorologias para cada estação do corpo, taninha!
delícia de versos em arrepio de pele!

beijo grande!

Primeira Pessoa disse...

nem sempre gostamos de quem vemos, em nós próprios.

beijos,
r.

Francisco Coimbra disse...

DAS LETRAS

uma beleza obscena
é perfeita
cena

para dar
visão

a uma manifestação
Assim

Afirmação sem mácula... :))
Beijo

Verso Aberto disse...


poema
incrivelmente
belo e certeiro

abs Tânia