30 de abril de 2013

Separação



amamo-nos
pela última vez

infinitamente.

– vamos fazer adeus?
– vamos.

e fomos.

precisamos
ir embora para sempre
para nos mantermos unidos
eternamente.

8 comentários:

Caroline Godtbil disse...

Será? Muito triste se levado ao pé da letra...
Beijos.

Ira Buscacio disse...

Fazer adeus - ato profundo de sabedoria

o poema é absurdamente porradão
Ô mulher danada!
bj grande

Assis Freitas disse...

um elo infindo,



beijo

José Carlos Sant Anna disse...

O amor é sempre um grande orvalho que sempre umedece na hora de "fazer adeus".
beijoss

Cris de Souza disse...

Nunca soube me despedir...

Beijo, Violeta!

Francisco Coimbra disse...

Às vezes fico a dever poesias, foi assim:

DEIXO-ME TOCAR

deixo-me tocar pela poesia
mesmo ficando ainda
caindo em mim

quando lhe toco
sentimental

a ser fosse poeta ou louco!
Assim

TOCAR-ME DEIXO

a poesia na ponta dos dedos
consegue fazer cócegas
pois não sossego

de procurar escrever
a corresponder

a poetisa de quem se baptiza!
Mim

Parabéns!

Eleonora Marino Duarte disse...

Tania,

ir para ficar, o princípio da eternidade é saber marcar das datas.

tão belo....

Um beijo.

eurico portugal disse...

as mortes breves a acenar glicínias à eternidade.

beijinho!