7 de março de 2013

Passagens





a palavra amor
abobadava
curvas sinuosas
emolduravam
o enigma.

de ti queria
o através
fresta acolhedora
passagem secreta.

hoje
o que resta
é a rua sem saída
do teu corpo.

12 comentários:

Tania regina Contreiras disse...


Grata a Tonho pela gentileza e presente da imagem! :-)

tonholiveira disse...



Eu que te agradeço!

"Passaremos 'por tais' portas...
iluminadas 'entre estrelas'!

"é a rua sem saída do teu corpo" é DEMAIS!

Be:)o!

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Vou te seguir e LINKAR teu Blog lá no po-etica, certo

:o)

Assis Freitas disse...

um corpo guarda tantos abismos,



beijos

dade amorim disse...

O enigma estará sempre presente no amor, e sempre nos salva.
Beijo beijo.

Primeira Pessoa disse...

bela parceria.
gostei.
de montes.

Fred Caju disse...

Muito bom. Mesmo.
Abração!

Eleonora Marino Duarte disse...

decifra-me ou te devoro. :)

muito bom, Tanita. :)


um beijo.

Ira Buscacio disse...

Existe coisa mais bonita que uma mulher poeta?


bj, Taninha queridona da Ira

eurico portugal disse...

"a rua sem saída do teu corpo" - mas, uma vez descoberto, quem quer, afinal, sair?

beijinho!

p.s. a ilustração recorda-me "laranja mecânica, do mestre kubrik.

cirandeira disse...

O amor é um enigma que nos devora,
e nos alimenta: esfinge de ilusões!

beijos, Tânia

Tatiana disse...

"abobadar" é um verbo e tanto. Lindo!

Wilson Caritta disse...

pela rua sem saída do teu corpo, mão única de entendimentos!!! beijo!

Tânia!... salve.